Palpite Noruega x Itália: Prévia e Análise da Partida | Eliminatórias da Copa do Mundo UEFA - Grupo I, Rodada 3
Após a eliminação nas quartas de final da UEFA Nations League para a Alemanha, a Itália de Luciano Spalletti está pronta para virar a página. Os Azzurri fazem sua estreia no Grupo I das Eliminatórias para a Copa do Mundo 2026, que será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá, contra um adversário nada fácil: a Noruega, atual líder com pontuação máxima após duas rodadas. Os noruegueses começaram o grupo com o pé direito, impondo-se claramente contra Cazaquistão e Israel, marcando nove gols e confirmando seu potencial ofensivo. A dupla formada por Erling Haaland e Alexander Sørloth representa uma das parcerias de ataque mais temidas no cenário internacional, mas o dado mais animador para o técnico Ståle Solbakken é a distribuição dos gols: vários jogadores marcaram, sinal de um time com muitas opções ofensivas. O confronto contra a Itália será a primeira partida em casa do grupo para a Noruega, que pretende aproveitar o fator local para consolidar a liderança, já que, com uma vitória, os escandinavos chegariam a +9 sobre os Azzurri, ainda com duas partidas a mais. Para a Itália, começar com um resultado positivo significaria pressionar imediatamente os rivais diretos e, principalmente, superar a decepção pela eliminação na Nations League, que tirou dos Azzurri a possibilidade de um caminho classificatório mais fácil. Apesar de algumas ausências importantes na defesa, Spalletti poderá contar com um grupo que mostrou personalidade nas últimas viagens. Fica na memória o segundo tempo avassalador contra a Alemanha, quando a Itália quase conseguiu uma remontada impressionante, assim como a vitória brilhante por 3-1 na França em novembro passado. O Ullevaal Stadion, em Oslo, independentemente do resultado, será (até o jogo de volta) o primeiro dos dois confrontos que decidirão a liderança do grupo e, consequentemente, quem avançará direto para a fase final da Copa do Mundo e quem terá que disputar a repescagem, que, como se sabe, tem sido fatal para os Azzurri nos últimos anos.